Como ser mulher

O intuíto deste post é como você mulher pode ser sensual, sem ser vulgar, ser ulher com M maiúsculo. algumas pequenas dicas que podem ajudá-la e se ver de forma diferente e fazer com que a veja com outro, a fim de saber?

Nunca houve época melhor para ser mulher. Elas podem votar, têm a pílula, estão no topo das paradas musicais, são eleitas presidentes e primeiras-ministras e não são acusadas de bruxaria e queimadas desde 1727. Entretanto, algumas perguntinhas incômodas persistem: Os homens no fundo as odeiam? Como elas devem chamar os próprios peitos?
Por que as calcinhas estão ficando cada vez menores? E por que as pessoas insistem em perguntar quando elas vão ter filhos?

Por que precisam seguir os padrões pré estabelecidos  e pré conceitos estabelecidos pelas gerações mais antigas, hoje uma mulher aos 30, 40, 50 tem uma vida ativa, não se subestima, não se coloca numa cadeira de balanço, fazendo tricô ou cuidando de seus netos,  ela se arruma, namora,, tem uma vida ativa, é esposa, mãe, avó, amante, profissional, você deseja esta vida para você, poste suas dúvidas, posso lhe ajudar.

Miscelania de quem sou eu

 

Quem sou eu?
Eu às vezes não entendo!
As pessoas em um jeito
De falar de todo mundo
Que não deve ser direito.
Aí eu fico pensando
Que isso não está bem.
As pessoas são quem são,
Ou são o que elas têm?
Eu queria que comigo
Fosse tudo diferente.
Se alguém pensasse em mim,
Soubesse que eu sou gente.
Falasse do que eu penso,
Lembrasse do que eu falo,
Pensasse no que eu faço
Soubesse por que me calo!
Porque eu não sou o que visto.
Eu sou do jeito que estou!
Não sou também o que eu tenho.
Eu sou mesmo quem eu sou!

Quem sou eu além daquele que fui? Perdido entre florestas e sombras de ilusão
Guiado por pequenos passos invisíveis de amor Jogado aos chutes pelo ódio do opressor
Salvo pelas mãos delicadas de anjos Reerguido, mais forte, redimido,
Anjos salvei Por justiça lutei E o amor novamente busquei
Quem sou além daquele que quero ser? Puro, sábio e de espírito em paz
Justo, mesmo que por um instante, Forte, mesmo sem músculos,
E corajoso o suficiente para dizer “tenho medo”
Mas quem sou eu além daquele que aqui está?
Sou vários, menos este. O que aqui estava, jamais está
E jamais estará Sou eu o que fui e cada vez mais o que quero ser
Mudo, caio, ergo, sumo, apareço, bato, apanho, odeio, amo…
Mas no momento seguinte será diferente
Posso estar no caminho da perfeição Cheio de imperfeições
Sou o que você vê… Ou o que quero mostrar.
Mas se olhar por mais de um segundo,
Verá vários “eus”, Eu o que fui, eu o que sou e eu o que serei.E depois de uma tarde de quem sou eu
E de acordar a uma hora da madrugada em desespero…Eis que as três horas da madrugada eu me acordei
E me encontrei Simplesmente isso: Eu me encontrei calma, alegre Plenitude sem fulminação
Simplesmente isso Eu sou eu E você é você
É lindo, é vasto Vai durar Eu sei mais ou menos
O que vou fazer em seguida Mas por enquanto
Olha pra mim e me ama Não Tu olhas pra ti e te amas
É o que está certo.” Sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, Espécie de acessório ou sobressalente próprio,
Arredores irregulares da minha emoção sincera, Sou eu aqui em mim, sou eu.
Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.  Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.
Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim. Sou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo,
Espécie de acessório ou sobressalente próprio,  Arredores irregulares da minha emoção sincera,
Sou eu aqui em mim, sou eu.  Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.
Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma.  Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim.
E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco inconseqüente,  Como de um sonho formado sobre realidades mistas,
De me ter deixado, a mim, num banco de carro elétrico,
Para ser encontrado pelo acaso de quem se lhe ir sentar em cima.
E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco longínqua,
Como de um sonho que se quer lembrar na penumbra a que se acorda,
De haver melhor em mim do que eu.
Sim, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco dolorosa,
Como de um acordar sem sonhos para um dia de muitos credores,
De haver falhado tudo como tropeçar no capacho,
De haver embrulhado tudo como a mala sem as escovas,
De haver substituído qualquer coisa a mim algures na vida.
Baste! É a impressão um tanto ou quanto metafísica,
Como o sol pela última vez sobre a janela da casa a abandonar,
De que mais vale ser criança que querer compreender o mundo —
A impressão de pão com manteiga e brinquedos
De um grande sossego sem Jardins de Prosérpina,
De uma boa-vontade para com a vida encostada de testa à janela,
Num ver chover com som lá fora
E não as lágrimas mortas de custar a engolir.
Baste, sim baste! Sou eu mesmo, o trocado,
O emissário sem carta nem credenciais,
O palhaço sem riso, o bobo com o grande fato de outro,
A quem tinem as campainhas da cabeça
Como chocalhos pequenos de uma servidão em cima.
Sou eu mesmo, a charada sincopada
Que ninguém da roda decifra nos serões de província.
Sou eu mesmo, que remédio! …É que “quem sou eu?” provoca necessidade. É como satisfazer a necessidade? Quem se indaga é incompleto. Vocês não sabem nada de mim. Nunca te disse e nunca te direi quem sou. Eu sou vós mesmos.  E depois de uma tarde de quem sou eu E de acordar a uma hora da madrugada em desespero…
Eis que as três horas da madrugada eu me acordei E me encontrei
Simplesmente isso:  Eu me encontrei calma, alegre
Plenitude sem fulminação Simplesmente isso Tu olhas pra ti e te amas
É o que está certo.” Eu… eu… nem eu mesmo sei, nesse momento… eu… enfim, sei quem eu era, quando me levantei hoje de manhã, mas acho que já me transformei várias vezes desde então.Gosto um pouco mais da verdade quando sou eu que a descubro e não outro que me a mostra. O mais próximo de mim sou eu.